Dicionário de startup: a linguagem para as empreendedoras

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Quando se trata da linguagem das startups, muitas empreendedoras ainda não são totalmente familiarizadas com o vocabulário utilizado pelos empreendedores da área. Então, para evitar constrangimentos futuros, vamos te mostrar alguns dos verbetes deste tipo de negócio! Vale lembrar que utilizamos como base o dicionário criado por Claudio Brito para o portal Acelera Startups.

Startup

Você sabe mesmo o que é uma startup? Falamos sobre ela aqui e, para resumir, a definição dada pelo Sebrae é de “uma empresa nova, até mesmo embrionária ou ainda em fase de constituição, que conta com projetos promissores, ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras”. Normalmente são empresas ligadas a inovação em tecnologia, que transformam o trabalho em dinheiro rapidamente e que têm modelos de negócio inovadores, com baixos custos.

Lean startup

Conceito americano de Eric Ries, essas startups são aquelas em que a gestão é criteriosa quanto aos desperdícios – eles são sua prioridade de eliminação. Ainda que essa metodologia tenha sido pensada para startups de tecnologia, ela também pode ser aplicada a outros tipos de empresa.

Pivot

O famoso “pivô”, em tradução livre, é o alvo do modelo de negócios. Para as startups, quando se trata de um negócio que não está rendendo o esperado, os empreendedores devem redirecionar seu modelo de negócios para uma área que seja mais lucrativa. Entretanto, esse redirecionamento não significa que a empresa começa do zero novamente: ela mantém sua base e, dessa forma, não perde aquilo que já conquistou.

Venture capital

São os investidores de risco e, no caso do Brasil, o valor varia entre dois e dez milhões de reais. Porém, este valor é o que costuma ser investido em empresas que já têm um faturamento elevado.

Aceleradoras

As aceleradoras, “que podem oferecer mentoring, networking e pequenos investimentos, em geral o suficiente para prototipar ou lançar o conceito no mercado”. Ficam de olho em empresas com grande potencial de investimento e, de acordo com Claudio Brito, elas “são lideradas por empreendedores ou investidores experientes, usam capital privado e se baseiam em sessões de mentoring”.

Investidor-anjo

São investidores “físicos”, ou seja, indivíduos que investem em empresas ou mesmo ideias com potencial de crescimento. O investimento varia entre cinquenta e quinhentos mil reais “em startups de conhecidos para vender sua parte a investidores maiores no futuro.”.

Boostrapping

É a criação de uma startup com o dinheiro do seu próprio criador, que costuma ser experiente em negócios. O capital que entra, a princípio, é dos seus primeiros clientes.

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Sobre a autora

Bela Guarino

Gerente de Inside Sales na Rock Content, formada em Relações Internacionais, mas já foi ninja, marketeira e até mesmo cosplayer. Teve seu 1º blog aos 12 anos e hoje gosta mesmo de Reiki e viajar por aí.

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